Uma postagem do deputado Marcelo Freixo (PSB) trouxe mais desarmonia para a cúpula do PSB. Na publicação, que foi deletada na noite desta terça-feira (4/1), Freixo insinua sua eleição para o governo do Rio de Janeiro e Fernando Haddad (PT) governando São Paulo. O problema é que o partido de Freixo, o PSB, tem candidato ao governo de São Paulo, o ex-governador Márcio França.

            Na luta por palanques, espaços e futuro político, votos e cargos, o PSB negocia com o PT a formação de chapa nacional tendo o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como vice de Lula e em troca o PT retiraria a candidatura de Fernando Haddad. Algo praticamente inegociável para a cúpula do PT, entre as lideranças, o próprio Lula que sonha chegar ao Palácio do Planalto tendo Fernando Haddad no Palácio dos Bandeirantes.

             “Nunca governei tendo um aliado no governo de São Paulo. Ei Haddad, seria como a dupla Pelé e Coutinho. Não sei se você sabe, mas você será eleito governador de São Paulo”, costuma brincar Lula na presença do ex-prefeito da capital paulista.

            As avaliações de Lula não sem embasamento científico. Nas pesquisas Haddad é o segundo colocado quando o levantamento considera Geraldo Alckmin disputando o governo Paulista. Mas sem o ex-tucano, Haddad vai com folga para ponta nas intenções de voto.

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