O ex-presidente Lula inicia 2022 não só liderando as pesquisas eleitorais e de popularidade na internet, mas também como a esperança de milhões de brasileiros de festejar a próxima passagem de ano sonhando com melhores dias, seja no aspecto da possibilidade de eliminar os ranços delirantes, autoritários e irresponsáveis do governo Bolsonaro, seja de melhores dias com a possibilidade do fortalecimento da economia brasileira, que resultará em empregos, renda e eliminação da fome, principalmente àqueles que sobrevivem na base da pirâmide social.

         A pouco mais de nove meses da eleição presidencial, a possível candidatura Lula hoje já encarna o espírito nacional, de um povo que sonha em ser feliz. De um povo que sonha com um país democrático e que cujo Estado o conduza a melhores dias rumo à civilidade e não à barbárie.                 O golpe contra Dilma em 2016, a prisão de Lula em 2018 e a chegada de Bolsonaro ao poder    representa tudo de ruim que a classe dirigente brasileira poderia impor não apenas para que o Brasil parasse esses três anos. Mas que desse inúmeros passou para trás, em direção a um Estado ávido pelo submundo, a escuridão, a sombra, a treva, ao desrespeito à vida. Quando o sonho nacional é um Estado que leve a nação brasileira em direção à luz, a esperança, ao sorriso, a paz.

Agora, muitos daqueles que apostaram no golpe baixo contra o PT e Lula já se deram conta da enrascada em que estavam não apenas se metendo, mas também metendo milhões de brasileiros que não desejam o Brasil como o país do submundo e como pária mundial.

         Felizmente ainda resta entre nós o maior líder popular da história brasileira. Um ex-torneiro-mecânico “casca grossa”, que após dois mandatos de sucesso como presidente da República foi vítima talvez do mais sórdido esquema da junção de uma banda podre do Ministério Público Federal, de uma parte da banda podre da Polícia Federal, da Receita Federal, mancomunada com um ex-juiz arbitrário que agiu à margem da lei, amparado pelo Departamento de Justiça Norte-Americano, com objetivo de destruir tudo o que se estava sendo construindo para tornar um país mais soberano e forte para o seu povo.

         Por sorte do destino, e aqui se pode dizer que Deus é brasileiro, o tal ex-torneiro-mecânico, “casca grossa”, não só sobreviveu, mas também voltou mais forte do cárcere de 580 dias imposto pelos impostores da nação e hoje no início deste 2022 se tornou a esperança de um povo que sonha com um país, feliz, democrático e cujo governo respeite seu povo e seja respeitado e respeite o mundo a partir de 2023.

Franco Silva: Do lago Sapucuá para o Amazon News

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