O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, avalia nesta terça-feira a resposta das agências após a morte de pelo menos 26 pessoas em terremoto ocorrido no noroeste do Afeganistão.

            Uma nota emitida em Genebra confirma o envio de um grupo ao distrito afegão de Qadis na sequência do sismo de magnitude 5,3 na escala Richter. O tremor atingiu a área na tarde de segunda-feira, horário local.

Casas 

            Dados oficiais apontam ainda que quatro pessoas ficaram feridas e centenas de casas foram danificadas ou destruídas. As fortes chuvas, que caíram antes do terremoto, deixaram as casas feitas de tijolos de barro mais vulneráveis aos danos.

            Duas horas após a chegada dos primeiros socorristas, ocorreu um segundo tremor de magnitude 4,9 graus. O Ocha revelou que as pessoas que perderam seus lares estão abrigadas com parentes e outros membros das comunidades. 

            De acordo com levantamento preliminar são necessários urgentemente alimentos, abrigos, itens não-alimentares além de materiais de aquecimento.

Foto: OCHA/Pierre Peron
Sede do Ocha em Cabul, no Afeganistão

Emergência 

            A comunidade humanitária enviou apoio de emergência com os especialistas do Ocha. O auxílio inclui refeições quentes, equipes móveis de saúde e pastilhas de purificação de água, além de kits de higiene e água.

            Em declarações a agências de notícias, as autoridades afegãs disseram que o número de vítimas pode ser maior. Uma das maiores preocupações é com a localização da província de Badghis, na fronteira com o Turcomenistão. A província montanhosa é uma das regiões mais subdesenvolvidas do Afeganistão

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