O PT e o PSB ainda não admitem oficialmente, mas fontes seguras do PT afirmam que o lançamento da candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República e de seu vice-presidente, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin acontecerá no dia 9 de abril. A data, próxima à da prisão de Lula (7 de abril de 2018),  abriria um bom tema para o petista ‘bater’ em Sergio Moro e massificar ainda mais à população sua inocência e afirmar que sua prisão foi meramente política, com objetivo de tirá-lo das eleições de 2018.

Discurso que pode provar devido a Sergio Moro ter sido ministro de Bolsonaro e agora ser pré-candidato à Presidência da República. Sobraria também para os denunciantes, os membros do MPF (Ministério Público Federal) lotados na operação Lava Jato de Curitiba, haja vista, que o coordenador da operação o procurador Deltan Dallagnol também deve ser candidato neste ano.

A intenção é que seja um grande evento. Entre os possíveis locais, a praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, ou a Praça da Sé, marco zero de São Paulo e local histórico de manifestações, incluindo a das Diretas Já, de 1984. 

A praça Charles Miller foi o local onde, em dezembro de 1989, Lula encerrou sua campanha à eleição presidencial.

No evento, Lula já estará com seu parceiro de chapa, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que deve se filiar ao PSB nesta quarta-feira (23/03), em Brasília.

De acordo com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, além de Alckmin, devem se filiar ao PSB na próxima quarta-feira (23) o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), e o senador Dário Berger (MDB-SC). Eles devem ser candidatos a governador pelo Maranhão e por Santa Catarina, respectivamente.

Os quatro governadores da legenda confirmaram presença no evento de filiação de Alckmin, que deve ter também o comparecimento de aliados do ex-governador de São Paulo.

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